ACERVO RIZOMA.NET


Há bombas a serem colocadas em algum lugar, mas na base da maior parte dos hábitos do pensamento atual, europeu ou não. 

Antonin Artaud 




 O link acima disponibiliza todos os textos publicados pelo Rizoma.net, excepcional site brasileiro que ficou ativo entre 2002 e 2009. Os arquivos em PDF estão divididos de acordo com o menu que havia no site: Afrofuturismo, Anarquitetura, Art & Fato, Câmera-Olho, Conspirologia, Desbunde, E-Spaço, Esquizofonia, Gibi, Hierografia, Intervenção, Lisergia, Mutação, Neuropolítica, Ocultura, Panamérica, Potlach e Recombinação. São aproximadamente 3 mil páginas, com textos de Hakim Bey, Flavio de Carvalho, Antonin Artaud, Glauber Rocha, Raoul Vaneigem, Felix Guattari, Walter Smetak, Aimé Cesaire, Jean Baudrillard, Roberto Piva, William Blake, Timothy Leary, Guy Debord e Giorgio Agamben, dentre muitos outros. 

2 Comments:

At 25 de junho de 2013 19:18, Anonymous Anônimo said...

lindxs

 
At 25 de junho de 2013 19:19, Anonymous Anônimo said...

A polícia do Rio tem seus próprios problemas. Em semanas recentes, os jornais registraram meia dúzia de casos de policiais matando moradores de rua e mendigos para depois lançar os corpos em rios próximos, que desaguam na Baía de Guanabara.
(...)

Um colunista do Brazil Herald, o jornal diário de língua inglesa do Rio, observou que “o método adotado por muitos membros da polícia para lidar com o problema social é se livrar da miséria, lançando mendigos no rio... não está sendo aprovado por todos, apesar de sua inegável eficácia.”

Os policiais são suspeitos de aplicar sumariamente a pena de morte a indivíduos considerados maus elementos. E mais: o povo imagina que o terrorismo usado em alguns distritos policiais parece ser o tratamento normal não apenas para criminosos perigosos, mas também para meros suspeitos e possivelmente até mesmo para inimigos pessoais dos policiais.

Segundo a opinião de um homem, “ser expulso da corporação não pode ser considerado uma punição cruel ou incomum para policiais que matam pedintes ou moradores de rua que os incomodam e se metem no seu caminho enquanto estão tentando fazer seu trabalho – que consiste principalmente em coletar propinas”.

(...)

Onde a autoridade civil é fraca e corrupta, o exército acaba se tornando rei. Até mesmo as palavras “justiça” e “autoridade” assumem significados diferentes. O exército não vê crime em sua ação.

Hunter Thompson, 1963

 

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